EM ESTIBORDO – parte três

Setenta e duas salas. Cento e cinquenta e três corredores. Dezessete salões principais. Oito andares. Nenhuma sala era interligada diretamente, com exceção de três salas por pavimento, às vezes mais. Todos os ambientes tinham pelo menos uma comunicação com um corredor. Todos os andares possuíam um corredor grande, nem sempre central, com cerca de 120 passos. No meio deles, seguia …

EM ESTIBORDO – parte dois

Mas a reza nem sempre tem respostas. Havia algo errado naquilo. Rezar era sonhar? Quem era Deus, que lhe ouvia, e acumulava seus pedidos em pilhas? Rezar era apenas uma forma de perceber que nunca tinha respostas. E a noite passou e os dias também. Ele não saiu de Estibordo. Não podia sair. Tinha que ficar. Queria ficar. Queria lembrar …